Você pode vê-la quando choveDe Roma até New Orleans dançando nos túmulosOprimida pelo coração que ela ama seus óculos de sol depois de escurecerE todo dia a vidinha dela desmoronaEla está fora para parecer tão macrabra e sozinhaEla está perto de ficar viciada em morrerAssim como uma garota góticaPerdida no mundo obscuroMinha pequena garota góticaJóia negra, seus cortes feitos por uma lâmina são verdadeiros, querida?Você pode ver que ela está na estrada para a ruínaEstigma da crucificação na pele branca pálida delaArte tribal pagã, ela ama a tatuagem egípcia delaE todos os dias o amor dela vai nos arruina.
The 69 Eyes
Gothic Girl

Você pode vê-la quando chove
De Roma até New Orleans dançando nos túmulos
Oprimida pelo coração que ela ama seus óculos de sol depois de escurecer
E todo dia a vidinha dela desmorona
Ela está fora para parecer tão macrabra e sozinha
Ela está perto de ficar viciada em morrer

Assim como uma garota gótica
Perdida no mundo obscuro
Minha pequena garota gótica
Jóia negra, seus cortes feitos por uma lâmina são verdadeiros, querida?

Você pode ver que ela está na estrada para a ruína
Estigma da crucificação na pele branca pálida dela
Arte tribal pagã, ela ama a tatuagem egípcia dela
E todos os dias o amor dela vai nos arruina.


  • The 69 Eyes
  • Gothic Girl
Não resta nada exceto o solA raça humana está fugindoOs deuses antigos deveriam ter avisadoQue a terra nunca esteve tão velha assimA contagem regressiva começouO apocalipse tem um filhoAnjosSobrevoando a terra de sangueAnjosGuerreiros esquecidos do céuLeia meus sangrentos apoca-lábiosSéculo 21,filho da putaFalando com a boca de uma prostitutaCavalgando o cavaleiro
The 69 Eyes
Angels

Não resta nada exceto o sol
A raça humana está fugindo
Os deuses antigos deveriam ter avisado
Que a terra nunca esteve tão velha assim

A contagem regressiva começou
O apocalipse tem um filho

Anjos
Sobrevoando a terra de sangue
Anjos
Guerreiros esquecidos do céu

Leia meus sangrentos apoca-lábios
Século 21,filho da puta
Falando com a boca de uma prostituta
Cavalgando o cavaleiro

  • The 69 Eyes
  • Angels
Axl Rose Troll

Axl Rose Troll

  • The 69 eyes
  • Lost boys

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The 69 Eyes é uma banda finlandesa de rock formada no início da década de 1990 com Jyrki,Willian e Bazie. Jyrki escrevendo as letras e Bazie compondo as músicas. Logo se juntou Timo-Timo como guitarrista base e na seqüência Archzie no baixo. A princípio contavam com um baterista chamado Lotto, mas este abandonou a banda antes mesmo de começarem a gravar o primeiro disco, dando lugar a Jussi e assim se completou o grupo.

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Inicialmente, o estilo do 69 Eyes era glam metal e hard rock, influenciados por bandas como Mötley Crüe e Hanoi Rocks. No entanto, eles começaram a incorporar mais influêncis de bandas de rock gótico como The Mission e Sisters of Mercy. 

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O som deles foi descrito como uma mistura da melancolia do rock gótico com guitarra-powered rock’n’roll. A música continuou a mostrar a influência de artistas do rock como The Doors, Elvis Presley, Hanoi Rocks, Billy Idol e Sisters of Mercy, bem como filmes de vampiro e literatura. O termo “goth ‘n roll” é usado pelos fãs para descrever seu estilo. Nos últimos anos, com o lançamento Back in Blood o som da banda voltou um pouco as origens, embora o imaginário gótico e temas líricos permanecem em seu estilo.

Iced Earth

“06/08/2011”. Facilmente identificada pelos fãs do Iced Earth, esta foi a data em que a banda americana despediu-se, pela segunda vez, do vocalista Matt Barlow. Falar da importância do cantor para a banda é ‘chover no molhado’ já que, apesar do guitarrista Jon Schaffer responder pela grande maioria das ações da banda, a característica interpretação dramática e agressiva de Barlow - sempre fortalecida o uso tanto de vocalizações graves como agudas - moldou o som do “Iced Earth”.

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Caracterizou de uma forma que até o, relativamente, famoso vocalista Tim Ripper Owens - conhecido por sua passagem no gigante “Judas Priest” - sofreu com o ‘fantasma’ de Barlow durante sua curta estadia na banda, pois além da performance vocal em si, um atributo faltou a Ripper: o carisma de Barlow. Tim Ripper saiu e, para felicidade da maioria dos fãs, Barlow retornou realizando turnês (com uma passagem no Brasil) e gravou um disco - “Crucible of Man” (2008) - mas, surpreendendo a todos, anuncia sua (segunda) saída da banda. Bem, e agora?

O vocalista Stu Block (Into Eternity) fora anunciado como substituto antes mesmo da turnê de despedida (de Barlow) acabar. Enquanto isso, “Dystopia” - anunciado como um disco direto, agressivo… uma volta as raízes - era gravado com o novo cantor. Para matar a ‘sede’ dos curiosos, uma incrível versão do épico “Dante’s Inferno” - do álbum Burnt Offerings (1995) - e, posteriormente, duas (ótimas) canções, até então inéditas, desse “Dystopia” foram lançadas em uma edição especial da revista alemã RockHard.

As músicas em questão foram as faixas 02 e 08 desse disco - “Anthem” e “Days of Rage”, respectivamente. Duas ótimas composições que surpreenderam muita gente que, antes mesmo de ouvir, criticava Block. Mas que estavam longe de mostrar todo o potencial do disco que, desde a introdução em marcha da primeira música (“Dystopia”), prende o ouvinte. Confesso que a semelhança do vocal de Stu com Barlow, em príncipio, me espantou. Mas, quem se importa? Na primeira faixa destaca-se o grande refrão e as linhas vocais, em falsetto, realizadas por Stu. Troy Seele finalmente mostra a que veio, com a guitarra solo deixando de ser mera figurante no som da banda e voltando a ter um certo destaque.

A próxima, e já conhecida, música apresenta uma introdução extra, não presente na primeira versão. “Anthem” é uma faixa bem melódica, centrada no grande refrão e não possui um foco grande no peso. Eis que, em oposição, surge “Boiling Point” - que peso! Nessa faixa Stu consegue reunir as principais características de Ripper e Barlow em uma grand, e furiosa, interpretação. Riffs galopantes, refrões pegajosos, peso aliado a melodia e performance vocal forte. Sim, o Iced Earth voltou! Nada de exageros nos arranjos, orquestras e megalomanias conceituais… apenas heavy metal direto.

O disco segue com a balada “Anguish of Youth” e com o heavy metal direto de “V”. A primeira, de autoria exclusiva de Schaffer, surpreende em dois pontos: a introdução acústica, com muita dose de groove - algo incomum na banda -, e a performance vocal de Stu. Aqui ele canta de uma forma mais solta, mais própria que nas faixas anteriores. A música peca por, além da sua previsibilidade, não possuir um ‘climax’. Diferente de “V” que, apesar de também possuir uma estrutura ‘básica’, apresenta um refrão tão bom e empolgante que te faz esquecer de analisar isso e apenas querer apertar ‘replay’! Tudo, obviamente, completado com riffs criativos e grudentos. Bem, não apenas o refrão é grudento: a música inteira é.

As ‘maidenianas’ “Dark City” - com passagens que me lembraram, também, “Prophecy”, do disco “Something Wicked This Way Comes” (1998) - e “Equilibrium” mantém o nível de “Dystopia” alto. A violenta, e já citada, “Days of Rage” mostra toda a agressividade de Stu, além de matar a saudade dos fãs das composições pesadas e rápidas da banda com pouco mais de dois minutos de duração.

A oitava música, e penúltima faixa na versão normal do disco, é uma balada bem clássica ao estilo do grupo. “End of Innocence” teve sua letra escrita por Stu como uma forma de prestar tributo a sua mãe - que sofre de câncer, em estado terminal. É uma música bem emocionante que não cai no marasmo, como corre em certos trechos da, também balada, “Anguish of Youth”, por exemplo. Na quesito interpretação, aqui foi onde Stu Block mais se aproximou da emoção dada por Matthew Barlow.

“Dystopia” tem seu encerramento em “Triumph and Tragedy”. Trata-se de uma canção melódica que, novamente evoca o Iron Maiden - Jon Schaffer deve ter resolvido tirar a poeira do “Powerslave” (1984) e do Piece of Mind” (1983)! - , e é desenvolvida em riffs, lembrando o estilo mais clássico da banda - como uma época de um Night of the Stormrider (1992), pra citar um exemplo. A música ainda conta com um final, escondido poucos minutos após seu encerramento.

Nota: Na versão especial, e limitada, do disco incluem-se as seguintes faixas: “Soylent Green” - que conta com uns riffs bem grudentos -, “Iron Will” - com um estilo bem tradicional - e uma versão extra (String Mix) de “Anthem”.

Enfim, o Iced Earth não reinventou a roda: “Dystopia” é um ótimo disco de heavy metal do começo ao fim. Sim, há novos elementos, mas o que se nota é a banda (Jon Schaffer?) objetivando a volta do seu estilo de origem em busca de um recomeço. O regresso de alguns solos e pequenos ‘leads’ também foi um ponto positivo. Troy Seele é um guitarrista mediano, mas que em estúdio cumpriu bem seu papel. Já a ‘cozinha’ permanece bem sólida: Brent Smedley é um ótimo baterista, pode não ser o melhor que já passou pela banda - bem, é difícil ser melhor considerando que o Richard Christy já passou pelo Iced - e Freddie Vidales é um ótimo baixista, pena que as quatro cordas não possua destaque no álbum. Já Schaffer segue como um ótimo compositor e um dos melhores guitarristas rítmicos no metal…

…e Stu Block? Sinceramente, nunca vi uma resposta tão positiva, no que se refere a reposição de um vocalista clássico. Alguns se sentirão incomodados pelo fato do músico, em muitas ocasiões, soar como o Barlow, talvez uma imposição de Schaffer, mas tudo flui no contexto da música. Em vários momentos Block mostra partes do seu estilo mostrando que possui uma versatilidade imensa de vocalizações. Analisando os créditos da obra, vê-se que Stu contribuiu muito nas letras do álbum. Outro ponto positivo. Esperemos sua evolução em disco posteriores, nesse, mesmo com toda a cobrança ele já alcançou um feito: a aprovação entre boa parte dos fãs do “Iced Earth”

Formação:

  • Stu Block - vocais
  • Jon Schaffer - guitarras, vocais de fundo
  • Brent Smedley - bateria
  • Troy Seele - guitarra solo
  • Freddie Vidales - baixo

Tracklist:

  • 1. Dystopia 05:49
  • 2. Anthem 04:54
  • 3. Boiling Point 02:47
  • 4. Anguish of Youth 04:41
  • 5. V 03:39
  • 6. Dark City 05:42
  • 7. Equilibrium 04:31
  • 8. Days of Rage 02:17
  • 9. End of Innocence 04:07
  • 10. Tragedy & Triumph 07:44
  • 11. Anthem (String Mix) 04:51

Fontes: http://hangover-music.blogspot.com/ e http://whiplash.net/

Pearl Jam — Jeremy

Fala galera, hoje vou fazer um post sobre uma música que eu curto desde os tempos da minha adolescência e aproveitando que eles estão passando em turnê aqui em Terra Brasilis (pra ser mais exato neste momento que este vos fala os caras estão no palco mandando ver).

Tô falando da música Jeremy dos americanos do Pearl Jam. Música que apesar de ser do início dos anos 90 está super atual pois conta a história do jovem Jeremy que sofria Bullyning dos amigos de sala e acabou se suicidando na frente de todos eles.Bom, chega de papo e vamos para o que interessa:

  • Composição e gravação:

A letra de Jeremy foi composta pelo vocalista Eddie Vedder e a parte instrumental, pelo baixista Jeff Ament. A música foi composta antes da banda sair em turnê com o Alice in Chains em Fevereiro de 1991.Sua gravação ocorreu entre os dias 27 de Março e 26 de Abril de 1991 no London Bridge Studio, em Seattle.

  • A letra:

“Jeremy” é baseada em duas histórias reais. A inspiração principal veio de uma matéria de jornal sobre um garoto de 15 anos, Jeremy Wade Delle, nascido em 10 de Fevereiro de 1975, de Richardson, Texas, EUA, que cometeu suicídio com uma arma de fogo na frente de sua turma de Inglês, na Richardson High School, no dia 8 de Janeiro de 1991, pelas 9:45 horas.Delle foi descrito pelos seus colegas de aula como “muito tímido” e era conhecido por sempre aparentar que estava triste. Após chegar atrasado na escola aquela manhã, foi dito a Delle que pegasse uma autorização na direção. Ele saiu da sala e voltou com um revolver .357 Magnum. Delle foi até a frente da classe, anunciou “Senhorita, eu peguei o que tinha ido buscar”, colocou o cano da arma na boca, e puxou o gatilho antes que a professora ou alguém de sua turma pudessem fazer alguma coisa.
A outra história na qual a música é baseada, envolve um estudante que Vedder conheceu no ginásio em San Diego, Califórnia, neste caso ele não se matou mas acabou dando uns tiros numa turma de oceanografia.

  • Videoclipes
  • Jeremy - Clipe original

Em julho de 1991, Vedder conheceu o fotográfo Chris Cuffaro. Vedder sugeriu à Cuffaro que dirigisse um videoclipe para a banda. Depois de muita insistência de Vedder, a Gravadora Epic autorizou Cuffaro a usar qualquer música do álbum Ten. Ele escolheu “Jeremy”, que não era cogitada para ser lançada como single na época. A gravadora acabou se recusando a financiar o clipe, forçando Cuffaro a financiá-lo sozinho. Cuffaro levantou o dinheiro pegando um empréstimo, vendendo toda a sua mobilia e vendendo metade de sua coleção de guitarras. Primeiro ele filmou várias cenas de um jovem ator, Eric Schubert, interpretando Jeremy. Cuffaro e sua equipe passaram um dia inteiro filmando Schubert fazendo o papel de Jeremy. As cenas com o Pearl Jam foram filmadas em um galpão em Pico Boulevard, na cidade americana de Los Angeles, Califórnia, no dia 4 de outubro de 1991. Uma plataforma giratória foi colocada no centro do set, na qual os membros da banda subiam individualmente para dar a ilusão de que a música estava sendo tocada, enquanto a plataforma era girada manualmente por um dos membros da equipe de Cuffaro. Vedder apareceu com uma fita preta ao redor do braço, em sinal de luto pelo verdadeiro Jeremy.Para economizar dinheiro, Cuffaro cuidou de toda a pós-produção sozinho. Ele demorou 6 meses para terminar o clipe que, no fim, foi rejeitado pela gravadora. A versão de Cuffaro nunca apareceu na televisão e só sobreviveu em fitas piratas.


http://www.youtube.com/watch?v=ITVCMm73Wkc&feature=player_embedded

  • Jeremy - Vídeo oficial

Quando Cuffaro havia terminado seu videoclipe, a gravadora Epic começou a pensar em lançar “Jeremy” como um single. O direitor Mark Pellington foi colocado a frente do projeto.Pellington afirmou “não sou um grande fã da banda, mas aquela letra me intrigou: “Falei com Vedder e realmente saquei a paixão dele”. Pellington e Pearl Jam decidiram em Kings Cross, Londres, na Inglaterra, em junho de 1992, que filmariam uma nova versão do clipe de “Jeremy”.Trabalhando com o editor veterano Bruce Ashley, o super-produzido videoclipe de Pellington incorporou novas tecnlogias de edição e sobreposição de sons, imagens paradas, animação e elementos de texto com ação ao vivo para criar um efeito de colagem. O ator Trevor Wilson interpretou o papel de Jeremy. As tomadas de sala-de-aula foram feitas no Bayonne High School, na cidade americana de Nova Jersey. O vídeo também possui vários close-ups de Vedder cantando a música, enquanto os outros membros da banda quase não aparecem. Algumas cenas eram similares as do clipe original, mas em se tratando de tomadas da banda, Pellington se focou em Vedder. Vedder é algo como o narrador do clipe.


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=MS91knuzoOA

  • Premiações e reconhecimentos:

Após o seu lançamento a música e o clipe de Jeremy ganharam vários prêmios e nomeações, dentre eles:

  • 36° posição entre os 100 melhores videoclipes eleitos pela revista Rolling Stone;
  • 19° posição entre os 100 Melhores Vídeos Já Feitos eleitos pela MTV;
  • 48° posição entre as 100 Melhores Canções Pop Desde os Beatles eleitos pela revista Rolling Stone;
  • 85° posição entre os 100 Maiores Singles de Todos os Tempos eleitos pela Kerrang!;
  • 32° posição entre as 100 Melhores Canções dos Últimos 25 Ano eleitos pela VH1;
  • 11° posição entre as 100 Maiores Canções dos Anos 90 eleitos pela VH1.

Além destes prêmios o videoclipe de Jeremy ganhou quatro MTV Video Music Awards em 1993, incluíndo o de “Melhor Clipe do Ano”, “Melhor Clipe de Banda”, “Melhor Clipe de Rock” e o de “Melhor Direção”.

  • Fatos e fotos:
  • Arma similar a utilizada por Jeremy em seu suicídio, uma .357 Magnum:

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  • Foto do túmulo real onde foi enterrado Jeremy Wade Delle em 1991:

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  • Foto real de Jeremy Wade Delle:

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copiado do Blog — http://mykansasontheroad.blogspot.com/

Ajuda dos amigos !!!

Galera ajuda ai clicando no link —»  http://letras.ms/8anos/2654/  é a promoçao de 8 anos do http://letras.terra.com.br que vai sortear 8 iPods sendo 7 iPods nano e 1 iPod Touch !!

Se eu ganhar o iPod Nano eu vou sortear entre meus seguidores um Samsung M2710 e se eu ganhar o iPod Touch vou sortear entre meus amigos um Motorola A1200.. 

Ajuda ai galera….. 

  • The Killers 
  • Somebody Told Me
E alguém está chamando pelo meu nome
Do fundo do restaurante
E alguém está brincando
Na casa em que eu cresci
E alguém irá leva-la
Para as mesmas ruas que eu levei
nas mesmas ruas que eu levei



The Killers
Smile Like You Mean It 

E alguém está chamando pelo meu nome

Do fundo do restaurante

E alguém está brincando

Na casa em que eu cresci

E alguém irá leva-la

Para as mesmas ruas que eu levei

nas mesmas ruas que eu levei

  • The Killers
  • Smile Like You Mean It 
Eu estou saindo de minha gaiola
E estou indo muito bem
Devo estar triste
Porque eu quero tudo isto
Isto começou com um beijo
Como foi terminar assim?
Foi apenas um beijo, foi apenas um beijo
Agora eu estou adormecido
E ela está chamando um táxi
Enquanto ele está fumando
E ela está dando uma tragada
Agora eles vão para cama
E meu estômago está doendo
E esta tudo em minha cabeça
Mas ela está tocando o peito dele
Agora, ele tira o seu vestido
Agora, me deixe ir




The Killers
Mr. Brightside

Eu estou saindo de minha gaiola

E estou indo muito bem

Devo estar triste

Porque eu quero tudo isto

Isto começou com um beijo

Como foi terminar assim?

Foi apenas um beijo, foi apenas um beijo

Agora eu estou adormecido

E ela está chamando um táxi

Enquanto ele está fumando

E ela está dando uma tragada

Agora eles vão para cama

E meu estômago está doendo

E esta tudo em minha cabeça

Mas ela está tocando o peito dele

Agora, ele tira o seu vestido

Agora, me deixe ir

  • The Killers
  • Mr. Brightside

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The Killers é uma banda estado-unidense de rock alternativo, formada no ano de 2002 em Las Vegas. É composta por Brandon Flowers (vocais e sintetizador), Dave Keuning (guitarra e vocal de apoio), Ronnie Vannucci (bateria) e Mark Stoermer (baixo e vocal de apoio).

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Seu primeiro álbum, Hot Fuss, foi lançado em 15 de junho de 2004, obtendo ótimas críticas e grande reconhecimento junto ao público, em grande parte devido aos sucessos “Somebody Told Me”, “Mr. Brightside” e à sonoridade dançante dos anos 80, oriunda dos sons sintéticos das canções. O segundo álbum do grupo, Sam’s Town, foi lançado em 3 de outubro de 2006, e marcou uma considerável mudança no estilo da banda, tanto em relação à música, que apresentou influências mais roqueiras, como Bruce Springsteen, quanto ao estilo de se vestir, que tornou-se mais “agressivo”, mais compatível com a sonoridade extremamente americana que caracteriza Sam’s Town.

iPhone

é muito ruim postar no tumblr pelo iPhone, só voltarei a postar de novo depois que tiver uma folga e formatar meu computador …..

  • Guns N’ Roses
  • November Rain
  • Evanescence
  • What You Want

Faça o que, o que você quiser

Se você sonha por algo melhor

Faça o que, o que você quiser

Até não querer mais (lembre-se de quem você é)

Faça o que, o que você quiser

Seu mundo está desabando sobre você agora (ainda não acabou)

Levante-se e encare o desconhecido

Você tem que lembrar quem você realmente é

Todo coração

Nas minhas mãos

Como um pálido reflexo

Olá, olá, lembra de mim?

Sou tudo que você não pode controlar

Em algum lugar além da dor

Deve haver uma forma de acreditar

Que podemos nos libertar

Faça o que, o que você quiser

Você não precisa desistir da sua vida (ainda não acabou)

Faça o que, o que você quiser

Até encontrar o que procura

(você deve lembrar quem você realmente é)

Mas toda hora

Que passa

Grita dizendo que eu fracassei

Olá, olá, lembra de mim?

Sou tudo que você não pode controlar

Em algum lugar além da dor

Deve haver uma forma de acreditar

Olá, olá, lembra de mim?

Sou tudo que você não pode controlar

Em algum lugar além da dor

Deve haver uma forma de acreditar

Ainda há tempo

Feche os olhos

Só o amor pode guiá-lo para casa

Derrube as paredes e liberte sua alma

Até cairmos, para sempre iremos…

Cair, cair, cair, cair

Olá, olá, sou só eu

Contaminando tudo que você ama

Em algum lugar além da dor

Deve haver uma forma de acreditar

Olá, olá, lembra de mim?

Sou tudo que você não pode controlar

Em algum lugar além da dor

Deve haver uma forma de aprender a perdoar

Olá, olá, lembra de mim?

Sou tudo que você não pode controlar

Em algum lugar além da dor

Deve haver uma forma de acreditar

Que podemos nos libertar

Lembre-se de quem você realmente é

Faça o que, o que você quiser

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